Ciência Viva
Uma mensagem rápida para chamar a atenção para a abertura das inscrições no Ciência Viva deste ano: http://www.cienciaviva.pt/veraocv/2009/
Do que vi ate agora, há varias actividades que me despertaram a atenção:
- fotografia digital da natureza (actividade com varias horas de duração!)
- observação de caracóis, à noite
- mais uma subida ao farol de Leça (a ver se desta não esta tanto vento)
- visita aos subterrâneos de Arca d’Agua (mais uma vez não consegui chegar a tempo das inscrições, estou em lista de espera… e as inscrições abriram hoje, que faria se tivesse sido há mais tempo!)
- Varias actividades à beira mar ou relacionadas com a astronomia.
Como já deu para perceber, a procura por algumas actividades é grande. Portanto, quem estiver interessado, trate de se inscrever ![]()
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De olho no farol

farol reflectido nuns óculos de Sol
A acção em si foi bastante simples - uma pequena exposição de cerca de meia hora, onde nos foram mostrados vários tipos de faróis e foi dada uma explicação sobre a sua importância (mesmo apesar de estarmos no tempo do GPS). Por exemplo, descobri que os faróis são todos mais ou menos diferentes para mesmo de dia funcionarem como marcos. Um marinheiro consulta a sua carta de faróis e, pelo seu aspecto, consegue descobrir em que ponto da costa se encontra. Mesmo durante a noite cada farol tem a sua assinatura (isto eu já sabia) - a frequência dos flashes não é igual em todos os faróis e o número de flashes também é diferente de uns para os outros. Por exemplo, o farol de Leça emite 3 flashes a cada 14 segundos.
Um farol está cheio de sistemas redundantes - aquilo tem mais redundância que o 112, de certeza. Em jeito de brincadeira, o comandante que nos deu a explicação, disse que um farol só falha numa circunstância - quando cai
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